Tenho em mim, confesso! Infanto-costume,
Abestalho-me tomando sóbria nota:
Mordem-me caninas cenas de ciúme
A tudo que muito, e só me importa.
Mas onde há maldita-sábia cartilha
Que diferir ensina: cuidado,de, posse?
Já que o desejo que a todos move
É fazer-se, a quem amamos, uma ilha!
Minha cara ave das alturas
Dos infindos céus que se ti abrem tolos,
Dos ninhos implorando-lhe a presença.
Perdoai-me o ego e a grossura.
A vontade de lhe ser uma sentença
No meu amar-te as vezes torto.